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GANHEI, GANHEI, GANHEI!!! (rs)
19/12/08 22:12h Biografias
Concurso Cultural MOTOCICLISMO

Ganhadora conquista uma Sundown Future 125, no valor de R$ 6.050,00

Selma Amaral, de Arcoverde, PE, escreveu um texto para convencer sua mãe que pode ter uma motocicleta e ganhou o scooter Sundown Future:

"Vivemos num mundo agitado cujo tempo precisa ser otimizado. A vida moderna requer empenho na aquisição de competências e habilidades capazes de inserir as pessoas no competitivo mercado de trabalho. É imprescindível estudar, graduar-se, especializar-se em alguma área, sem descuidar da formação continuada. O trabalho dignifica o homem, um bom salário permite qualidade de vida, condições para dedicar-se ao lazer fundamental ao ser humano. Deslocar-se utilizando um meio de transporte é necessário para ganhar tempo, encurtar distâncias. A moto é uma grande aliada da vida dinâmica, atuante e participativa, com a vantagem de ser prática e econômica. O melhor de tudo: permite a deliciosa sensação do vento batendo no rosto, do sol acariciando a pele, dos pingos de chuva lavando a alma. Por tudo isso é que a minha mãe tem que entender que sendo responsável e cuidadosa, possuir uma moto significa melhorar minha auto-estima, adquirir mais autoconfiança e ser muito mais feliz! "

Redação Motociclismo
Revista MOTOCICLISMO Magazine

Revista On line:
http://motociclismo.terra.com.br/index.asp?codc=306

O QUE ROLA NA INTERNET
04/11/08 01:11h Diversos autores
Eu não poderia deixar de divulgar esta "pérola" para que sirva de reflexão sobre como o dinheiro público é valorizado por nossos governantes.

E quem mais precisa de políticas públicas fica a mêrce da própria sorte. Como diz o baiano "Ó paió"!

***

Prezados Ziraldo e Jaguar:

Eu fui fã nº 1 de O Pasquim. Em seguida saberão por quê. Por isto me sinto traído pela atitude de vocês (Ziraldo e Jaguar). Vocês, recebendo essa indenização milionária, fizeram exatamente aquilo que criticavam na época: o enriquecimento fácil e sem causa emergente da e na estrutura ditatorial.

Na verdade, vocês se projetaram com a Ditadura. Vocês se sustiveram da Ditadura. Vocês se divertiram com a Ditadura. Está bem, vocês sofreram com a Ditadura, mas, exceto aquela semanada na cadeia - que parece não foi tão sofrida assim -, nada que uma entrevista regada a uísque e gargalhadas na semana seguinte não pudesse reparar.

A cada investida da Ditadura vocês se fortaleciam e a tiragem seguinte do jornal aumentava consideravelmente.

Receber um milhão de reais e picos por causa daquela semana, convenhamos, é um exagero, principalmente quando se considera que o salário mínimo no Brasil é de R$ 480,00. Por mês...

Vocês não podem argumentar que a Ditadura acabou com o jornal. Seria a mais pura mentira, se é que a mentira pode ser pura. O Pasquim acabou porque vocês se perderam. O Pasquim acabou nos estertores da Ditadura porque vocês ficaram sem o motor principal de seu sucesso, a própria Ditadura.

Vocês se encantaram com a nova ordem e com a possibilidade de a Esquerda dominar este país que não souberam mais fazer humor. Tanto que mais tarde voltaram de Bundas - há não muitos anos - e de bunda caíram porque foram pernósticos e pedantes.

Vocês só sabiam fazer uma coisa: criticar a Ditadura e não seriam o que são sem ela. Eu vi o nº 1 de O Pasquim num tempo em que não tinha dinheiro para adquiri-lo. Mais tarde, estudante em Florianópolis, passei a comprá-lo toda semana na rua Felipe Schmidt, próximo à rua 7 de Setembro, numa banca em que um rapaz chamado, se não me engano Vilmar, reservava um exemplar para mim.
Eu pagava no fim do mês.

Formado em Direito, em 1976 fui para Taió. Lá assinei o jornal que não chegava na papelaria do meu amigo Horst. Em 1981 vim para o Rio Grande do Sul e morando,inicialmente, em Iraí, continuei assinante. Em fins de 1982 fui promovido para Espumoso e sempre assinante. Eu tenho o nº 500 de O Pasquim, aquele que foi apreendido nas bancas e que os assinantes receberam...

Nessa época, não sei se lembram, o jornal reduziu drasticamente seu número de folhas. Era a crise. Era um arremedo do que fora, mas ainda assim conservava alguma verve. A Ditadura estava saindo pelas portas dos fundos e vocês pelas portas da frente, famosos e aplaudidos.

Vocês lançaram uma campanha de assinaturas. Eu fui a campo e consegui cinco ou seis. Em Espumoso! Imaginei que se cada assinante conseguisse cinco assinaturas, ajudaria muito.
Eu era Juiz de Direito. Convenhamos: não fica bem a um Juiz sair vendendo assinatura de jornal. Mas fiz isto com o único interesse de ajudar o Pasquim a se manter. Na verdade, as assinaturas foram vendidas a amigos advogados aos quais explanei a origem, natureza e linha editorial do jornal. Uns cinco ou seis adquiriram assinaturas anuais. No máximo dois meses depois todos paramos de receber o jornal, que saiu de circulação.

O Pasquim deu o calote... Eu fiquei com cara de tacho e, como se diz por aqui, mais vexado que guri cagado. Sofri constrangimento por causa de vocês.
Devo pedir indenização por isto? Não. Esqueçam! Mas agora que vocês estão milionários, procurem nos seus registros e devolvam o dinheiro dos assinantes de Espumoso que pagaram e não receberam a assinatura integral. Naquele tempo vocês não tinham como fazê-lo.

Agora têm. Paguem proporcionalmente, mas com juros e correção monetária, como manda a lei.
Caso contrário, além de traidores, serei obrigado a considerá-los também caloteiros.

Ilton Dellandréa
Juiz de Direito

********

No blog abaixo encontrei o texto publicado e o seguinte comentário do autor:

Sou o autor do texto acima e verifico que, no final, consta minha identificação como "Ilton Dellandréa, Juiz de Direito". Creio que ela foi adicionada por alguém que leu a mensagem original no meu blog e por conta própria, a incluiu. Fui Juiz de Direito em Espumoso naquela época (1983-1984). Agora sou Desembargador aposentado. A colocação pode transmitir a falsa idéia de que AINDA sou Juiz de Direito e que nessas condições é que estaria dando um "puxão de orelhas" em Ziraldo e Jaguar, o que não corresponde à verdade. Por isto este esclarecimento.
Atenciosamente
Ilton C. Dellandréa

http://aderbalmachado.blogspot.com/2008/05/juiz-escreve-ziraldo-e-jaguar.html

****

Blog do autor:
JUS SPERNIANDI - Ilton C. Dellandréa
http://dellandrea.zip.net/arch2008-04-01_2008-04-15.html#2008_04-14_12_08_46-8258142-0

O JOVEM MUDOU PARA PIOR?
17/10/08 11:10h Geral / Poemas

Hoje estive a refletir
Sobre a música popular
Senti pena dos jovens
Que não sabem aproveitar

O que ela tem de bom
Na sua essência tão pura
Sem o frenético balançar de corpos
Que leva os jovens à loucura

Música de qualidade
Que canta a vida e toca o coração
Não interessa à juventude
Porque é terna, pura, cheia de emoção

O mundo atual pede erotismo
Sensualidade e exposição
Diferente de outrora
A música nos enchia de comoção

Moça não ficava seminua
Exibindo a bunda como um troféu
Para ser por todos pegados
Festa não era escarcéu

No tempo de dançar agarrinho
Rosto colado, coração em sintonia
Cabeça servia para pensar
E o romantismo eclodia

Hoje o jovem está perdido
Em meio a interesses do capital
De quem em busca de enriquecer
Lança no mercado puro lixo musical.

(Abro um parêntese para parabenizar e admirar os (poucos) jovens que têm sensibilidade para ouvir boa música)

MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
12/10/08 22:10h Cursos

Estou participando
do curso de Mídias na Educação
quero aprender bastante
e obter muita informação
para melhorar minha prática
e dinamizar as aulas de montão
o professor que não se atualiza
caducou e não sabe não.

Laboratório da UFRPE
Treinamento para uso do ambiente de aprendizagem virtual do curso
Recife, 29/09/2008

SEE/MEC - E-proinfo
Fórum IV – Gestão Democrática e Recursos Públicos
03/10/08 23:10h Cursos

Mensagem:

É
(Gonzaguinha)

É...
a gente quer valer o nosso amor
a gente quer valer nosso suor
a gente quer valer o nosso humor
a gente quer do bom e do melhor
a gente quer carinho e atenção
a gente quer calor no coração
a gente quer suar mas de prazer
a gente quer é ter muita saúde
a gente quer viver a liberdade
a gente quer viver felicidade
É...
a gente não tem cara de panaca
a gente não tem jeito de babaca
a gente não está com a bunda exposta na janela pra passar a mão nela
É...
a gente quer viver pleno direito
a gente quer viver todo respeito
a gente quer viver uma nação
a gente quer é ser um cidadão
É...


Reflexão: Nossos desejos estão refletidos nessa música, assim sendo cite ações que possam contribuir para que esse sonho se torne realidade.

* * *

Resolvi participar deste fórum de uma forma diferente, fazendo um dueto com o compositor a partir da letra da música citada.

É...
Assim que deve ser...

a gente quer valer o nosso amor
Amando incondicionalmente

a gente quer valer nosso suor
Trabalhando honestamente

a gente quer valer o nosso humor
Divertindo-se saudavelmente

a gente quer do bom e do melhor
Lutando com ética e dignidade

a gente quer carinho e atenção
Acolhendo a todos como irmãos

a gente quer calor no coração
Respeitando a todos sem discriminação

a gente quer suar mas de prazer
Cuidando não só do corpo, mas principalmente do espírito

a gente quer é ter muita saúde
Para estar bem física, mental e espiritualmente

a gente quer viver a liberdade
Para poder exercer a cidadania sem limitações

a gente quer viver felicidade
Consciente de que ela está nas pequenas coisas

É...
Assim que deve ser...

a gente não tem cara de panaca
Embora os maus políticos pensem assim

a gente não tem jeito de babaca
Por isso aos poucos estamos nos fortalecendo

a gente não está com a bunda exposta na janela pra passar a mão nela
Somos coerentes com nossos valores, crenças e ideais

É...
Assim que deve ser...

a gente quer viver pleno direito
Não aceitamos mais viver de qualquer jeito

a gente quer viver todo respeito
Como seres humanos filhos de Deus

a gente quer viver uma nação
Onde cada um tem no outro um irmão

a gente quer é ser um cidadão
Sujeitos do processo de transformação

É...
Assim que deve ser...
E assim seremos uma grande nação!


Selma Amaral
Arcoverde - 03/10/2008

Curso: Disseminadores de Educação Fiscal
Turma 622 - DEF/ 2º Semestre - 2008 - PE - 10
Escola de Administração Fazendária / ESAF

Fórum III – Sistema Tributário Nacional
03/10/08 23:10h Cursos
Mensagem:

Que País é Este?
(Legião Urbana)

Nas favelas, no senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Que pais é esse?
No Amazonas, no Araguaia, na Baixada fluminense
No Mato grosso, nas Gerais e no Nordeste tudo em paz
Na morte eu descanso, mas o sangue anda solto
Manchando os papéis, documentos fiéis
Ao descanso do patrão
Que pais é esse?
Terceiro Mundo se for
Piada no exterior
Mas o Brasil vai ficar rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos índios num leilão.
Que pais é esse?


Reflexão: Qual a relação você percebe entre a letra da música “Que País é este” e o estudo realizado até o presente momento?

***

CONSCIÊNCIA POLÍTICA

Infelizmente a música retrata a nossa realidade. Vivemos no país dos sonhos, das utopias, da esperança eterna, das falsas promessas e da enrolação.

Impera a inversão de valores: importa ter e não ser, importa o dinheiro e não o trabalho, importam os bens materiais e não os espirituais.

Já diz o ditado “viva o luxo e morra o bucho”. E é assim que vive muita gente, acompanhando moda, pagando pequenas fortunas por coisas ditas de marca, esticando a pele para esconder a idade, como se empanturrar-se de botox os tornassem melhores ou mais felizes (de verdade).

As sujeiras são jogadas para baixo do tapete e esquecidas nas alegrias frenéticas dos ritmos carnavalescos.

A constituição é mais um livro não lido, não seguido, não respeitado. Um livro para empoeirar-se na estante.

Os trabalhadores são explorados, humilhados, pisoteados e rendem-se submissos aos caprichos do todo poderoso patrão.
A violência (em suas diversas formas de manifestação) tomou conta da nação.

São infinitas as categorias discriminadas, marginalizadas: pobres, negros, analfabetos, idosos, homossexuais, indígenas, mulheres.

Cresce a legião dos sem: sem-teto, sem-emprego, sem-formação acadêmica, sem-cidadania, sem-dinheiro, sem-alimento, sem-infância, sem-lar, sem-juventude, sem-saúde, sem-fé e principalmente sem-vergonha, sem-ética, sem-compromisso, sem-moral, sem-caráter etc.

Mas todos dizem que o Brasil tem jeito! Embora ninguém faça nada para mudar o que está posto.

A relação que faço disso tudo com o que estudamos até agora no curso é que o caminho é um só: cidadania participativa. Não adianta falar sem agir. Esperar sem dar o primeiro passo. Aprender sem praticar. Se cada um fizer um pouquinho, daremos um grande avanço.

Selma Amaral

Curso: Disseminadores de Educação Fiscal
Turma 622 - DEF/ 2º Semestre - 2008 - PE - 10
Escola de Administração Fazendária / ESAF

Fórum II – Relação Estado/Sociedade
02/10/08 00:10h Cursos

Mensagem:

”Eu preciso participar das decisões que interferem na minha vida. Um cidadão com um sentimento ético forte e consciência da cidadania não deixa passar nada, não abre mão desse poder de participação.”

(Herbert de Souza, o Betinho)


Reflita sobre essa afirmativa e dê sua contribuição.

***

Ele estava certíssimo ao afirmar isso. Muitas vezes pensamos que o que é público não tem nada a ver conosco, o que é um grave erro. É justamente o contrário. O que é público é de todos e de cada um. Elegemos nossos dirigentes nas três esferas de governo e depois nos esquecemos que os colocamos lá justamente para trabalhar pelo povo e para o povo e não em causa própria como comumente acontece.

Não fiscalizamos, não cobramos, não participamos das decisões e aceitamos tudo submissamente. Reclamamos às vezes para os amigos e paramos por aí. Por isso eles fazem o que querem com o dinheiro público: gastam desordenadamente, desperdiçam, roubam, pintam e bordam como se o patrimônio fosse particular.

Mas a culpa disso tudo é nossa que aceitamos passivamente e até nos divertimos dizendo o clássico “rouba, mas faz” (quando faz algo). Somos tão incapazes de refletir e questionar que quando um governante faz alguma coisa positiva em prol do social o idolatramos como se ele fosse uma das sete maravilhas do mundo. Não vemos isso como sendo o natural, o normal, mas como algo fenomenal já que o comum é não fazer nada.

Faz-se necessário e urgente mudar esse comportamento, envolver-se, participar, sugerir, criticar (no sentido exato da palavra). Lutar coletivamente a partir de pequenas ações individuais colocando-nos como sujeitos e objetivando transformações, investimentos, melhorias, crescimento, produtividade, resultados em tragam mais qualidade de vida para todos.

Participar sempre, calar-se, acomodar-se, jamais!

Selma Amaral

Curso: Disseminadores de Educação Fiscal
Turma 622 - DEF/ 2º Semestre - 2008 - PE - 10
Escola de Administração Fazendária / ESAF
Fórum I – Educação Fiscal no contexto social
01/10/08 23:10h Cursos

Mensagem:

Segundo Pedro Demo, “participação é conquista social”. A Educação Fiscal é uma ponte que nos liga a essa fonte de saber, uma porta que se abre para a construção de um verdadeiro processo de participação popular.

Reflexão: Considerando o autor, de que maneira você contribuirá para uma mudança no seu contexto social: bairro, comunidade, escola etc.

* * *

Primeiramente sentindo-me fortalecida através das informações obtidas até então, principalmente no Curso de Educação Fiscal. Em seguida disseminando a idéia de participação social como exercício da cidadania, o que, aliás, já faço há muito tempo.

Através não só da minha fala, mas das minhas ações e atitudes cotidianas levando às pessoas a refletir sobre a importância de começar a fazer cada um a sua parte. Com a contribuição de todos, a sociedade sairá ganhando, ocorrerão mudanças e as transformações virão.

No meu bairro, eu contribuo quando dialogo sobre os problemas sociais locais, suas causas e soluções, com cada vizinho, cada morador ou coletivamente em reuniões.

Participando da associação de moradores, do grupo religioso etc., levantando questionamentos sobre problemas comuns como falta de investimento dos governos naquela localidade e de políticas públicas que atendam a demanda nas áreas de saúde, educação, segurança, lazer etc.

Quanto à escola contribuo de diversas maneiras, priorizando uma reflexão com toda a comunidade escolar, despertando nela o desejo de cidadania participativa.

Mostrando para as pessoas que não é difícil ser cidadão, cumprir deveres e exigir direitos. E que a união fortalece qualquer movimento de luta. Coisas simples como exigir a nota fiscal numa compra feita, fiscalizar as verbas públicas, cobrar investimento social são coisas que todos podem e devem fazer.

Selma Amaral

Curso: Disseminadores de Educação Fiscal
Turma 622 - DEF/ 2º Semestre - 2008 - PE - 10
Escola de Administração Fazendária / ESAF

MAIS UM ANO VIVIDO
23/08/08 16:08h Biografias
Senhor, eu Te agradeço
Por hoje aniversariar
Junto aos meus familiares
Poder mais um ano festejar

São tantos anos de vida
Vividos intensamente
E nesta caminhada
Cresci espiritualmente

Aprendi a ver no próximo
Um irmão em potencial
A ajudar sem esperar retorno
E sempre fugir do mal

Na certeza que assim fazendo
Fico muito mais feliz
Pois quanto mais ofereço
Mais “estou em paz” meu coração diz

Sou feliz com o meu trabalho
Junto aos jovens e crianças
Ensinando acima de tudo
A não perderem a esperança

De ter uma vida melhor
Pautada na serenidade
De quem tudo conseguiu
Com luta e honestidade

Porque essa vida mundana
Espelhada no materialismo
Não leva a pessoa a nada
Só distancia do espiritualismo

Aos meus amados pais
Presente divino admirável
Meu reconhecimento eterno
Pelo amor imensurável

Meus filhos Christhopherson
Nayanna e Ygor, por mim tão amados
Recebi de Deus como pedras preciosas
A serem carinhosamente lapidadas

Tenho feito a minha parte
Lutando para educá-los
Estou muito satisfeita
Com o que temos alcançado

Obrigada também Senhor
Por toda a família tão linda
Que nossa união se perpetue
E não perca a afinidade divina

Agora eu me despeço
Erguendo os olhos para o céu
Sorrindo e chorando de alegria
Vendo Teus anjos por um véu.

Arcoverde/PE
23/08/2008

FOLCLORE
22/08/08 03:08h Poemas & Prosas / Temático

Folclore é a sabedoria do povo
É a cultura popular
Envolto em certa magia
Tem muito a nos ensinar

São versos, danças, cantigas
Mitos, festas, rezas e lendas
Anedotas, comidas, simpatias
Contos, ditados e parlendas

Brincadeiras com as palavras
Bestiário para assustar
As crianças medrosas
Chegam a paralisar

Folclore é a alegria
Que vem nos animar
A festejar bastante
O saber popular

Viva o folclore!
Viva o povo!
Viva a criatividade!
Viva tudo de novo!


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